Posted: 29 Apr 2009 10:22 PM PDT Foi há precisamente um ano que Grand Theft Auto IV foi lançado para a Xbox 360 e PlayStation 3, e, de forma a comemorar o aniversário do jogo, a Microsoft anunciou que vai lançar um novo "bundle". Apesar de se tratar de uma edição limitada, o modelo da consola incluído é a Elite, que se faz acompanhar pela obra-prima da RockStar e ainda dois autocolantes exclusivos. O episódio The Lost and Damned, ao contrário do que era esperado, não é oferecido neste pack, o que pode desapontar alguns fãs. Por agora, ainda não existem informações sobre quando vai ficar disponível e a que preço, mas prevê-se que chegue aos EUA e à Europa. Fonte: Eurogamer |
| Posted: 29 Apr 2009 09:39 PM PDT Produtora: Blue Castle Games Distribuidora: Capcom Plataformas: PC, Xbox 360 e PlayStation 3 Gênero: Ação/Aventura Dead Rising foi um dos jogos que se destacou no começo desta geração. Lançado no início de 2006, produzido pela Capcom Japão, exclusivamente para o Xbox 360, ele foi um dos poucos que agradou tanto o público ocidental como o oriental. Para focar ainda mais no lucrativo mercado ocidental, a Capcom decidiu entregar o jogo para os canadenses da Blue Castle Games. Não precisa se preocupar, pois, ao contrário do que algumas empresas fazem, a Capcom está companhando de perto a produção do game, inclusive Keiji Inafune, criador do game original, faz uma vídeo-conferência com a empresa semanalmente. E vem dado certo. Muito certo. Fortune City, baby!Após os eventos no Willamette Mall, você agora é outro personagem. Chuck Greene é um motoqueiro que passa na cidade inspirada em Las Vegas para ter um pouco de diversão, bebida e mulheres. O que ele não esperava é que elas tentariam, literalmente, comê-los. A infecção se espalhou. De algum modo que nós ainda não sabemos - a obra de Carlito, que era uma vingança para os que, segundo ele, destruíram sua cidade Santa Cabeza - o vírus se espalhou para várias localidades dos Estados Unidos. Se no primeiro jogo tínhamos um Shopping, em DR2 teremos toda uma pequena cidade. Obviamente, isso significa que teremos mais zumbis na tela. O que você chama de “evolução natural” não existe aqui. Em vez disso, temos o que nós chamamos de “evolução sobrenatural”. O trabalho em conjunto da MT Framework com uma tecnologia totalmente nova da Blue Castle, feita para este jogo, permite que até 7 mil zumbis apareçam na tela, sem perca de desempenho. Para efeito de comparação, o primeiro para o Xbox 360 tinha, no máximo, 540 zumbis na tela. Ataque totalQualquer um que jogou sabe que o real barato de Dead Rising era “atacar com todo e qualquer item”, ao menos era isto a promessa da Capcom. Na prática as possibilidades eram apenas próximas disso. É o que diz o CEO da Blue Castle, Dan Brady. “Na verdade, o primeiro jogo era uma ilusão neste sentido. Você não poderia usar toda e qualquer coisa. Isso nós vamos fazer para valer no segundo.” As palavras, duras, mas realistas de Brady, mostram o comprometimento com um jogo de qualidade tão boa ou até melhor que o primeiro jogo. Ele abre a demo, numa rua de Fortune City, próxima a um cassino, a mesma que você viu no trailer. Neste momento, mil zumbis aparecem na tela, o dobro do máximo visto no primeiro jogo. Brady então pega o famoso bastão de beisebol e começa a atacar os zumbis. O HUD é semelhante ao primeiro. No topo esquerdo, o life, um pouco maior do que o de Frank West. Do lado direito, a arma que você está segurando. No canto deste mesmo lado, a contagem de zumbis que você matou. Há uma novidade também: o quanto de dinheiro que você acumulou. A física também melhorou e os zumbis mais convincentes. Brady então pega uma guitarra e começa a atacar. Os movimentos de Chuck são uma evolução natural dos de Frank. Como nós já falamos, há a cabeça de um alce. Essa é uma novidade. As roupas podem ser trocadas, mas o uso de algumas também poderá servir para atacar seus inimigos. Então, Chuck coloca a cabeça e começa a correr em direção aos zumbis, matando todos que atinge. O sangue se espalha, e atinge a tela. Chega até um momento que sua visão é dificultada por isso. Por último, armas de fogo. Uma das maiores críticas do primeiro jogo era o péssimo uso destas armas. Brady concorda, e critica a sua atual distribuidora por isso, algo raro nestes dias. “Como um ocidental, eu gosto mais de armas de fogo do que a Capcom. Eles passam bem menos tempo do que deveriam com estas armas.” O uso delas agora é algo semelhante ao de Gears of War. Não com cobertura, é claro, mas com a câmera acima do ombro. Brady então pega uma machine gun e começa a metralhar todos que vê pela frente. “Dead Rising 2 não é um jogo que focará no uso das armas de fogo. É um sandbox, então você joga do jeito que quer. Mas se você é um grande fã destas armas, temos uma surpresa para você”, diz o enigmático CEO. Então, Brady faz com que Chuck pegue um tanque de propano e bata nos zumbis. Após isso, ele joga o tanque num lugar de bastante concentração dos seus inimigos e explode-o, matando todos por perto. Então, Chuck pega uma espada de samurai. Se você se lembra bem, a katana do primeiro jogo cortava o seu inimigo apenas no meio. Dessa vez, você poderá cortar membros do corpo antes, para depois finalizar seu inimigo. Tudo dependerá da sua posição. O massacre da serra elétrica“Você está olhando agora para 2 mil zumbis na tela, quatro vezes a mais que no primeiro jogo,” diz Brady. Então ele pega uma das nossas armas favoritas do primeiro, a serra. Ela foi redesenhada dessa vez. Ele usa na cabeça de um zumbi, com o sangue se espalhando até que a cabeça caia, o zumbi fique de joelho, e finalmente, caia de lado. Sim, poderemos cortar partes específicas, assim como na katana. “Zumbis são como uma força, uma pressão, como se fosse um rio.” Então, o que você acha de colocar duas serras em uma arma só e sair “nadando” por este rio? É o que Chuck faz. Agora, a contagem de mortos está em 202. Isso também levanta a possibilidade de combinação de armas. “Chuck está usando uma jaqueta de motoqueiro. Ele é um, e nós estamos focando um pouco mais nos veículos dessa vez,” diz Brady. Por isso que Chuck agora está numa motocicleta. Ele pisa no acelerador e sai em direção ao rio de zumbis. Todos que estão na sua frente voam, numa impressionante animação física. A contagem está agora em 410. “O jogador vai se divertir jogando nesse mundo aberto,” fala Brady. E não é para menos. Chuck agora está numa moto com duas serras encaixadas. São 7 mil zumbis na tela, o máximo da engine. Ele acelera, e o que você vê é uma parede de zumbis. É algo simplesmente absurdo. No final, a contagem é de 1646 mortos, e Chuck está no nível 22. “O jogo é mais sobre zumbis do que já era,” finaliza Brady. Temos certeza disso. ConfiançaA Capcom, por meio do criador de Dead Rising, Keiji Inafune, não estava certa sobre entregar o jogo para a Blue Castle. Inafune estava preocupado com a queda de qualidade, em troca de um número maior de inimigos. “Não é apenas sobre matar zumbis a diversão do jogo,” diz. “Mas com tantos zumbis na tela, a variedade do jogo aumenta.” Ele também se mostrou surpreso com a quantidade de zumbis que a Blue Castle conseguiu colocar no jogo. “A Capcom tem uma tecnologia excelente, e eu não achava que eles conseguiriam aumentar aquele número. O resultado final está aqui.” Inafune falou também que o que nós vimos é pouco comparado ao que veremos no final. “O que vocês viram aqui é muito pouco comparado ao final. Temos coisas como história, personagens, multiplayer e outras coisas que não podemos revelar ainda, mas que vocês verão,” finaliza. HYPE-o-METER95%( Empolgado )Dead Rising 2 sai para PC, Xbox 360 e PlayStation 3 em 2010. |
| Ubisoft confirma Ghost Recon 4 e anuncia Splinter Cell Conviction para o Natal Posted: 29 Apr 2009 09:34 PM PDT A Ubisoft confirmou hoje que Ghost Recon 4 lança ainda neste ano fiscal, ou seja, até 31 de Março de 2010. Talvez o título seja provisório, mas de qualquer forma tenham em mente que a série Advanced Warfighter é considerada como Ghost Recon 3. Eis aqui os lançamentos futuros da desenvolvedora: - Sete franquias (incluindo Assassin’s Creed 2, Tom Clancy’s Splinter Cell Convictin, Rabbids Go Home, Red Steel 2, Ghost Recon 4 e Anno 1404). − Quatro games licenciados (Avatar de James Cameron, Teenage Mutant Ninja Turtles, Cloudy with a Chance of Meatballs e Arthur and the Invisibles). - Três franquias novas (R.U.S.E, I am Alive e um game de esportes para Wii). − Novos títulos baseados nos sucessos Petz, Imagine e My Coach e novos jogos para Wii. “Em 2008-09, nós… continuamos a investir de forma pesada no potencial futuro da Ubisoft, contratando 1,300 talentos para nossos estúdios expandindo bastante a companhia, fortalecendo nossas franquias e as preparando para a próxima geração de portáteis e consoles de mesa também,” disse o representante da Ubisoft Yves Guillemot. “Os resultados desses esforços serão vistos antes deste Natal com um dos line-ups de jogos mais ambiciosos que irá incluir Assassin’s Creed 2, o Avatar de James Cameron, Splinter Cell Conviction, Rabbids Go Home e Red Steel 2.” A notícia chegou enquanto a Ubisoft informou que suas vendas aumentaram em 14%. |
| Posted: 29 Apr 2009 09:33 PM PDT A Sony lançou hoje um novo trailer de MAG. Por enquanto o FPS multiplayer com suporte para 256 jogadores não tem uma data exata, mas chega ainda esse ano com exclusividade no PS3. O trailer mostra um pouco da jogabilidade e parece bem interessante. Confiram.
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| Preview - Velvet Assassin [Xbox 360, PS3, PC] Posted: 29 Apr 2009 11:40 AM PDT ![]() ![]() Desenvolvido pela alemã Replay Studios, "Velvet Assassin" tem como protagonista a agente secreta Violette Summer, personagem inspirada em Violette Szabo, que atuou durante a Segunda Guerra Mundial. Ela foi capturada, torturada e executada pelos nazistas aos 23 anos e seu heroísmo lhe rendeu postumamente a George Cross, mais alta condecoração civil do Reino Unido. A missão é, durante a guerra, infiltrar-se em campos militares alemães na França, Polônia e na própria Alemanha, para depois sabotá-los, assassinando altos oficiais nazistas, resgatando reféns civis, destruir docas etc. Como todo bom agente secreto, Violette deve agir em silêncio sempre que possível, aproveitando as sombras para passar despercebida. Abrir fogo, em todo caso, é uma opção, mas nem sempre representa a melhor solução. Para quem está familiarizado com a série "Commandos", da Eidos Interactive, "Velvet Assassin" vai soar familiar: os guardas, por exemplo, possuem três status de alarme - passivo, suspeito e alarmado -, e quando ele está no modo suspeito, é possível reverter a situação escondendo-se rapidamente. Caso o jogador não consiga, ele passa a ficar alarmado, e chama reforços. O melhor a fazer, como em outros títulos do gênero, é permanecer escondido e observar a rotina dos inimigos para então tentar surpreendê-los. Não deixar rastros também faz parte do trabalho, o que significa esconder os cadáveres que o jogador deixar pelo caminho. Ao abater o adversário pelas costas, é possível desde cortar a garganta do coitado com uma faca até, sadicamente, puxar o pino da granada em seu cinto e sair de perto a tempo de assistir a explosão. Com o "morphine system", o jogador pára o tempo por alguns segundos, o que possibilita ir até qualquer guarda e executá-lo de maneira brutal, um método extremamente eficaz quando os inimigos estão em alerta. Para acionar o recurso, o jogador deve coletar seringas espalhadas pelos cenários. Ainda que o foco gire em torno da furtividade, o arsenal merece respeito: escopetas, lança-chamas e granadas dividem espaço com Colts, Lugers e MP-40. Ao eliminar soldados nazistas, Violette evolui em experiência, melhorando características como saúde, furtividade e a duração da morfina, substância que causa o efeito especial de parar o tempo. Embora "Velvet Assassin" não tenha a pretensão de ser extremamente realista, preferindo investir em uma narrativa que envolve os efeitos da morfina -, muitas locações reais serviram de modelo para recriar paisagens do game, tais como o porto de Hamburgo. Assista : |
| Capcom irá anunciar 2 games na E3! Posted: 29 Apr 2009 09:44 AM PDT Captivate 09 com muitas novidades e vídeos. Marvel vs Capcom 2, Lost Planet 2, Dead Rising 2, Spyborgs, Resident Evil Archives e Darkside Chronicles, Dark Void e Bionic Commando. Quer mais? Ontem no Twitter da Capcom, a mesma avisa que na E3 deste ano, que acontece na primeira semana de Junho, ainda vai anunciar mais 2 games!! Pow, para ficar perfeito só se fosse uma Mega Man X 9 HD para Live Arcade ou PSN! Ou qualquer outro Mega Man que não fosse parecido com aquela coisa de 8-bits lançado ano passado. Um Mega Man bonito, por favor!! Entretanto eu duvido muito que seja algo sobre o robôzinho azul. O Keiji Inafune, criadro da série, está atualmente ocupadíssimo com Lost Planet 2 e Dead Rising 2. Algum palpite? |
| Controles de Dragon Age: Origins serão otimizados de acordo com a plataforma Posted: 29 Apr 2009 09:43 AM PDT Ray Muzyka, da BioWare, falou sobre os controles de Dragon Age: Origins. Você não deve esperar problemas nesse aspecto específico, já que a empresa irá criar os controles do jogo de acordo com cada plataforma. “Nós adoramos criar para todas as plataformas, para que pareça que foi feito para o seu sistema,” disse. “O jogo possui a mesma profundidade e acessibilidade em cada sistema, mas o controle vai ser customizado, e está sendo construído para que pareça que foi especialmente feito para aquele sistema.” “Se você vai jogá-lo no PS3 ou no 360, você vai sentir que está jogando um ótimo, realmente acessível, rico, carregado em enredo, mundo fantasioso. E no PC, você vai sentir que está jogando uma experiência semelhante à de Baldur’s Gate, no estilo da BioWare que você aprendeu a gostar. Nós queremos entregar algo que encaixe em ambas as audiências,” completou. Dragon Age: Origins sai, simultaneamente, para PC, Xbox 360 e PlayStation 3 no segundo semestre. |
| Resident Evil Archives chega ao Wii em Junho Posted: 29 Apr 2009 08:18 AM PDT Direto da Capcom, chegaram as imagens de divulgação de Resident Evil Archives: Resident Evil, que trará de volta as emoções e o terror de um dos jogos mais consagrados da geração passada, agora compatível com o Wiimote. Lançamento previsto para Junho desse ano. |
| Posted: 29 Apr 2009 08:16 AM PDT A Lionhead, responsável por Fable, confirmou por meio de seu gerente de comunidade, que fará um anúncio amanhã. Não esperem por algo novo, mas sim sobre algum DLC de Fable 2. “Eu recebi a informação que amanhã teremos novas notícias e um novo conteúdo, então certifique-se de visitar nosso site! Sem mais detalhes.” |
| 2K decreta: Multiplayer de BioShock 2 não comprometerá o single-player Posted: 29 Apr 2009 08:15 AM PDT BioShock 2 tem multiplayer. Nós não sabemos como será, mas nós sabemos que isso pode fazer parte do single-player perder a “magia”. Não é o que diz o designer Hogarth de la Plante. “Nós reconhecemos que as pessoas podem estar com um pé atrás em relação ao modo multiplayer,” disse Hogarth ao Gameplayer. “Muitos de nós somos grandes fãs do single-player também, então não tem como deixarmos de lado a experiência single-player.” A produtora Mellisa Miller adicionou que a decisão de incluir um modo online ainda não foi decidida, mas se recusou a entrar nos detalhes. 2K Marin tem sido bem cuidadosa ao falar sobre as opções de multiplayer do título. Saberemos mais na E3. |
| Especial: Preview de Dante’s Inferno direto da Kotaku [PSP, PS3, X360] Posted: 29 Apr 2009 05:16 AM PDT “A Divina Comédia” é a obra mais famosa do escritor italiano Dante Alighieri, e descreve a viagem de Dante através dos 9 Círculos do Inferno, Purgatório, e Paraíso. O texto é extremamente poético e faz reflexões sobre a natureza humana. É um clássico da literatura e por isso é de se admirar a coragem da EA em adaptar essa obra em um jogo. Mas, segundo a Kotaku, falta coragem em tornar Dante’s Inferno um jogo realmente único o que acaba transformando o título em apenas uma cópia de God of War em um cenário diferente. Para ler o preview traduzido, continue lendo…
Do que se trata?Dante’s Inferno (DI) é a primeira parte do épico poema italiano, que narra a trajetória de Dante através do Inferno, o Purgatório e o Paraíso acompanhado primeiramente por Virgílio e mais tarde, por sua amada Beatriz. Nesta primeira parte, Dante e Virgílio atravessam o Inferno e escapam de Satanás. Os jogadores serão Dante enquanto que Virgílio será mais como um NPC, um guia através das fases. O que nós vimos?O demo continha apenas uma fase, o Limbo. O primeiro dos 9 Círculos do Inferno descritos no poema. Em que estágio de produção se encontra?Pra-alpha, grande parte dos elementos da fase está lá e não deverão sofrer mudanças. Mas vários diálogos e textos estavam faltando e algumas animações não estavam finalizadas. E os gráficos ainda precisam de muito trabalho. O que precisa melhorar?É uma cópia de God Of War Visual cansativo Pouca – ou nenhuma- sensação de proporção Mantenha-se fiel ao material original Telas de game over chatas Quicktime events O que devem manter?Diferenças e inovações Sem dúvidas é o Inferno É uma cópia de God Of War FinalizandoNinguém disse que uma cópia é necessariamente é ruim, se você fizer bem feito e o que você estiver copiando for realmente bom, isso ficará claro na sua cópia, certo? É por conta disso que ainda há esperanças para Dante’s Inferno. Mas a EA deveria mostrar o que há de diferente no jogo, ao invés de nos mostrar o que já vimos em outros jogos. Essa é a razão de estarem adaptando essa história: contar a história de Dante de uma maneira nunca antes vista. É bom eles começarem a provar a que vieram, se não alguém irá se reviar na cova… Teaser do game: |
| Microsoft faz pesquisa sobre o futuro dos Avatars Posted: 29 Apr 2009 05:13 AM PDT
Sejamos sinceros: os Avatars são legais, mas falta alguma coisa neles, não? Eles só ficam lá parados, fazendo movimentos engraçadinhos e são utilizados em pouquíssimos jogos. Seria interessante se a Microsoft encontra-se um jeito de torná-los mais úteis. Prontofalei. Segundo a Kotaku, ela realmente está pensando nessa possibilidade. Melhor, ela quer saber o que nós imaginamos para os nossos queridos Avatars. A Microsoft lançou uma pesquisa sobre possíveis mudanças nesse sistema, são 19 perguntas que abrangem desde a criação de um “mundo” virtual para os Avatars interagirem (Home anyone?) até a conquista de itens especiais temáticos (como os Achievements). Gostei dessa iniciativa! E espero que as mudanças discutidas sejam realmente implementadas. Será que teremos que esperar até Julho, na E3 para descobrirmos mais? |
| Rápido clipe de The King Of Fighters XII [X360 & PS3] Posted: 29 Apr 2009 05:12 AM PDT Vídeo meio introdutório. Rápido e com pouco a mostrar. Me empolguei mais com a imagem de abertura do post do que com ele. XD
No fim dele, bem rápido, aparece um “summer 2009″, ou seja, lançamento entre Maio à Julho deste ano. Mas um “fight game” para gastarmos a suada renda do mês. XD |
| Lost Planet 2 em dose dupla [Gameplay] Posted: 29 Apr 2009 05:11 AM PDT Está vendo o monstrengo gigante acima? Agora vejo-a abaixo se movimentando! O vídeo mostra o combate com vários jogadores tentando derrubar o monstrengo. Vale tudo. Atirar, jogar grandas, robôs, subir nas costas dele. E não parece ser nada fácil. Sente-se para assistir, porque vale a pena. \o/
Ei! Perae, aonde você vai? Não acabou ainda não. Sabe a imagem abaixo? Também ganhou um vídeo. Eu imagino a possibilidade de um multiplayer death match rolando num cenário assim, hein? Floresta, cabanas acima das árvores, rios, tudo quanto é tipo de lugar para atacar e ser atacado! Fora isso estes insetos enormes nas fases. Mal posso esperar para lançarem Lost Planet 2. Já não sinto mais falta dos cenários gelados.
Detalhe que pelo menos até o momento, a Capcom mantém a exclusividade do game para Xbox 360. Mas a torcida do Playstation 3 é grande e as apostas são altas… Update: Li algumas informações em sites internacionais sobre Lost Planet 2 interessante e conto por aqui. A Capcom pretende lançar um demo do game na E3, que este ano ocorre na primeira semana de Junho. O game terá multiplayer cooperativo para 4 jogadores e no modo competição o game vai suportar até 16 jogadores. Nada de oficializar uma versão de PS3, mas a Capcom já dá voltas e voltas dizendo que no momento está desenvolvendo o game para X360 e que não é zero as chances do game também migrar para o PS3. |
| Revelado o demo de Need for Speed Shift Posted: 29 Apr 2009 05:10 AM PDT Jesse Abney, produtor de Need for Speed Shift, deu uma entrevista ao site Gametrailers, na qual falou de alguns aspectos do próximo jogo da série. Neste entrevista Abney falou sobre a natureza do jogo, dizendo que esta é mais voltada para a simulação e que não será em mundo aberto, algo que atualmente está na moda. O produtor falou também de um demo jogável, que deverá ser lançado no próximo Verão, demonstrando as novas características do jogo. Em jeito de conclusão, Abney voltou a frisar que o jogo será lançado no mês de Setembro, tanto nos Estados Unidos como na Europa. Abaixo fica a entrevista dada por Jesse Abney: |
| Posted: 29 Apr 2009 05:05 AM PDT Segundo o site 1UP, através de fontes anonimas, o novo PSP já tem nome, data de lançamento e poderá ser revelada na E3. As informaçãoes avançadas pelo site não têm confirmação oficial, logo são apenas rumores. Contudo estas fontes parecem estar diretamente envolvidas com o novo sistema, e elas dizem que o novo console portátil da Sony não terá o nome de PSP 2 nem de PSP-4000, conforme se tem falado, mas sim PSP Go!. Foi também dito que o PSP Go! vai ser comercializado em duas versões, uma com 8Gb e outra com 16Gb de memória flash interna. Para já as previsões apontam para o lançamento do console em Setembro, no Japão, e em finais de Outubro ou ínicios de Novembro, na América. A não inclusão do UMD volta a ser “confirmada”, com tal a Sony deverá ter mais de 100 clássicos e novos jogos PSP disponíveis para serem descarregados no lançamento. Um dos primeiros títulos que deverão ser lançados após o lançamento do console portátil poderá ser Gran Turismo Mobile. Relativamente ao design do console, ela deverá ter um D-pad, um analógico e os quatro botões habituais, numa parte que desliza por baixo da tela. A configuração de controle deve manter-se igual à atual, uma vez que não deverá possuir o tão falado segundo analógico. Até ao momento a Sony nada diz sobre estas informações, a nao ser que não as comenta, mas com anúncios como LittleBigPlanet, MotorStorm, Tekken 6 ou Soulcalibur, parece provável que a Sony tenho decidido recuperar o PSP. |
quinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Núcleo celular
Origem: Wikipédia
O núcleo celular, organelo primeiramente descrito por Franz Bauer, em 1802, é uma estrutura presente nas células eucariontes, que contém o ADN (ou DNA) da célula. É delimitado pelo envoltório nuclear, e se comunica com o citoplasma através dos poros nucleares. O núcleo possui duas funções básicas: regular as reações químicas que ocorrem dentro da célula, e armazenar as informações genéticas da célula. O seu diâmetro pode variar de 11 a 22.25 μm.
Além do material genético, o núcleo também possui algumas proteínas com a função de regular a expressão gênica, que envolve processos complexos de transcrição, pré-processamento do mRNA (RNA mensageiro), e o transporte do mRNA formado para o citoplasma. Dentro do núcleo ainda se encontra uma estrutura denominada nucléolo, que é responsável pela produção de subunidades dos ribossomos. O envoltório nuclear é responsável tanto por separar as reações químicas que ocorrem dentro do citoplasma daquelas que ocorrem dentro do núcleo, quanto por permitir a comunicação entre esses dois ambientes. Essa comunicação é realizada pelos poros nucleares que se formam da fusão entre a membrana interna e a externa do envoltório nuclear.
O interior do núcleo é composto por uma matriz denominada de nucleoplasma, que é um líquido de consistência gelatinosa, similar ao citoplasma. Dentro dele estão presentes várias substâncias necessárias para o funcionamento do núcleo, incluindo bases nitrogenadas, enzimas, proteínas e fatores de transcrição. Também existe uma rede de fibras dentro do nucleoplasma (chamada de matriz nuclear), cuja função ainda está sendo discutida.
O ADN presente no núcleo encontra-se geralmente organizado na forma de cromatina (que pode ser eucromatina ou heterocromatina), durante o período de interfase. Durante a divisão celular, porém, o material genético é organizado na forma de cromossomos. Sua posição é geralmente central, acompanhando o formato da célula, mas isso pode variar de uma para outra. Nos eritrócitos dos mamíferos, o núcleo está ausente.
História
O núcleo celular foi o primeiro organelo a ser descoberto, tendo sido primeiramente descrito por Franz Bauer, em 1802.[1] Foi mais tarde descrito em mais detalhe pelo botânico escocês Robert Brown, em 1831, numa palestra na Sociedade Linneana de Londres. Brown estava a estudar orquídeas ao microscópio quando observou uma região opaca, que chamou de auréola ou núcleo, existentes nas células da camada exterior, em flores.[2] Na altura não sugeriu nenhuma potencial função. Em 1838, Matthias Schleiden propôs que o núcleo desempenhava um papel na geração de células, tendo introduzido o nome "citoblasto" (gerador de células). Acreditou que tinha observado novas células a aparecerem à volta dos "citoblastos". Franz Meyen era um forte opositor a esta teoria, tendo já descrito células a multiplicar-se por divisão e acreditando que muitas células não teriam núcleo. A idéia de que as células podem ser geradas de novo, pelo "citoblasto", contradizia os trabalhos de Robert Remak (1852) e Rudolf Virchow (1855), que decisivamente propagaram o paradigma de que as células são geradas somente por outras células ("Omnis cellula e cellula"). A função do núcleo permanecia, no entanto, pouco clara.[3]
Entre 1876 e 1878, Oscar Hertwig publicou vários estudos sobre a fertilização em óvulos de ouriço-do-mar, mostrando que o núcleo do espermatozóide entra no oócito, fundindo-se com o seu núcleo. Esta foi a primeira vez que era sugerido que um indivíduo se desenvolve a partir de uma única célula nucleada. Isto vinha em contradição com a teoria de Ernst Haeckel, de que a filogenia completa de uma espécie era repetida durante o desenvolvimento embrionário, incluindo a geração da primeira célula nucleada a partir de uma "Monerula", uma massa sem estrutura, de muco primordial ("Urschleim"). A necessidade de um núcleo espermático para a fertilização foi discutida por algum tempo. No entanto, Hertwig confirmou as suas observações em outros grupos animais, como por exemplo em anfíbios e moluscos. Eduard Strasburger produziu os mesmos resultados em plantas (1884). Isto abriu o caminho para estabelecer o núcleo como tendo um papel primordial na hereditariedade. Em 1873, August Weismann postulou a equivalência das células germinais paternais e maternas para a hereditariedade. A função do núcleo, como transportador da informação genética, apenas ficou clara mais tarde, após a mitose ter sido descoberta e a hereditariedade mendeliana ter sido redescoberta, no início do século XX. Nessa altura, a teoria cromossómica da hereditariedade foi desenvolvida.[3]
Estrutura
O núcleo é o maior organelo celular em animais.[4] Em células de mamíferos, o diâmetro médio anda tipicamente à volta de 11 a 22μm e ocupa 10% do volume total.[5] O líquido viscoso dentro do núcleo denomina-se nucleoplasma, e é similar ao citoplasma encontrado no exterior do núcleo.
Citoesqueleto
Nas células animais, duas redes de filamentos intermédios providenciam suporte estrutural ao núcleo: a lâmina nuclear forma uma rede organizada na face interna do envelope, enquanto que um tipo de suporte menos organizado é providenciado pela face citosólica do envelope. Ambos os sistemas dão o suporte estrutural para o envelope nuclear e actuam como pontos de ancoragem para os cromossomas e poros nucleares.[5]
A lâmina nuclear é essencialmente composta por proteínas denominadas laminas. Como todas as proteínas, as laminas são sintetizadas no citoplasma e depois transportadas para o interior do núcleo, onde são agregadas antes de serem incorporadas na rede existente de lâmina nuclear.[6][7] As laminas podem também ser encontradas dentro do nucleoplasma, onde formam uma estrutura regular[8] que é visível com o auxílio de microscopia de fluorescência. A função desta estrutura ainda não está totalmente estabelecida, embora se saiba que está excluída do nucléolo e está presente durante a interfase.[9] As estruturas de laminas que formam esta estrutura ligam-se à cromatina e rompendo a sua estrutura dá-se a inibição da transcrição de genes que codificam proteínas.[10]
Tal como os componentes de outros filamentos intermédios, o monómero de lamina contém um domínio em alfa-hélice, usados por dois monómeros para se enrolarem um no outro, formando uma estrutura dimérica denominada coiled-coil. Então, duas destas estruturas diméricas colocam-se lado a lado, num arranjo antiparalelo, formando um tetrâmero denominado protofilamento. Oito destes protofilamentos formam um arranjo lateral que é torcido de molde a formar uma estrutura semelhante a uma corda. Estes filamentos podem ser juntos ou separados de uma maneira dinâmica, significando que o comprimento do filamento depende das diferentes taxas de adição e remoção de filamento.[5]
Cromossomas
O núcleo celular contém a maioria do material genético da célula, sob a forma de múltiplas moléculas lineares de ADN organizadas em estruturas denominadas cromossomas. Durante a maior parte do ciclo celular estão organizados num complexo ADN-proteína conhecido como cromatina, e durante a divisão celular a cromatina pode ser vista a formar os cromossomas bem definidos que são familiares de um cariótipo. Uma pequena fracção dos genes da célula está localizada na mitocôndria.
Existem dois tipos de cromatina. A eucromatina é a forma menos compacta de ADN, e contém genes que são frequentemente expressos pela célula.[11] O outro tipo, a heterocromatina, é a forma mais compacta, e contém ADN que não é frequentemente transcrito. Esta estrutura é ainda mais categorizada em heterocromatina facultativa, consistindo de genes que estão organizados como heterocromatina apenas em certos tipos de célula ou em certos estágios de desenvolvimento, e a heterocromatina constitutiva, que consiste em componente cromossómicos estruturais como os telómeros e os centrómeros.[12] Durante a interfase, a cromatina organiza-se em pequenos aglomerados individuais,[13] denominados territórios cromossómicos.[14] Os genes activos, que são normalmente encontrados na região da eucromatina, tendem a estar localizados nas fronteiras deste territórios cromossómicos.[15]
Anticorpos associados com certos tipos de organização da cromatina, particularmente os nucleossomas, têm sido relacionados com um número de doenças autoimunes, tal como o lupus eritematoso sistémico.[16] Estes são conhecidos como anticorpos antinucleares (AAN) e têm sido observados concertadamente com esclerose múltipla, como parte de uma disfunção geral do sistema imunitário.[17] Tal como no caso da progeria, o papel desempenhado pelos anticorpos na indução dos sintomas de doenças autoimunes não é ainda óbvio.
Envelope nuclear e poros nucleares
o invólucro nuclear é composto por duas membranas celulares dispostas em paralelo (uma interior e outra exterior) e separadas por 10 a 50 nanómetros. O envelope nuclear envolve completamente o núcleo e separa o material genético da célula do citoplasma, servindo como barreira à difusão livre de macromoléculas entre o nucleoplasma e o citoplasma[18] A membrana nuclear externa é contínua com a membrana do retículo endoplasmático rugoso (RER), estando igualmente recoberta de ribossomas. O espaço entre as membranas nucleares é chamado de espaço perinuclear e tem continuidade com o lúmen do RER.
Os poros nucleares providenciam canais aquosos através do invólucro, sendo compostos por múltiplas proteínas, colectivamente denominadas de nucleoporinas. Os poros possuem cerca de 125 milhões de dalton de peso molecular e consistem em cerca de 50 (em leveduras) a 100 proteínas (em vertebrados).[4] Os poros possuem 100 nm de diâmetro total; no entanto, o espaço através do qual as substâncias difundem livremente tem apenas 9 nm de largura, devido à presença de sistemas de regulação no centro do poro. Este tamanho permite a livre passagem de pequenas moléculas solúveis em água ao mesmo tempo em que impede que moléculas de maiores dimensões, como os ácidos nucleicos e proteínas entrem ou saiam de maneira inapropriada. Estas moléculas maiores terão que ser transportadas para o interior do núcleo de maneira activa. O núcleo de uma típica célula de mamífero tem cerca de 3000 a 4000 poros através de todo o seu envelope,[19] com cada um deles contendo uma estrutura anelar, de simetria octogonal, no local onde as membranas interna e externa se fundem.[20] Ligado a este anel existe uma estrutura em forma de cesto que se estende em direcção ao nucleoplasma, e uma série de extensões filamentosas que alcançam o citoplasma. Ambas as estruturas servem para mediar a ligação a proteínas transportadoras nucleares.[4]
A maioria das proteínas, subunidades ribossomais e alguns ARN são transportados através dos complexos de poros num processo mediado por uma família de factores de transporte denominadas carioferinas. Estas carioferinas que medeiam o movimento para o núcleo também são chamadas de importinas, enquanto que aquelas que medeiam o movimento para fora do núcleo são chamadas de exportinas. A maioria das carioferinas interage directamente com a sua carga, apesar de algumas usarem proteínas adaptadoras.[21] hormonas esteróides como o cortisol e a aldosterona, tal como outras pequenas soléculas lipossolúveis, envolvidas na sinalização intecelular, podem se difundir através da membrana celular, para o citoplasma, onde se ligam a receptores nucleares que são transportados para o núcleo. Já no núcleo, servem como factores de transcrição quando juntos com o seu ligando; na ausência do ligando, muitos receptores funcionam como desacetilases de histonas que reprimem a expressão genética.[4]
Nucléolo
O nucléolo é uma estrutura presente dentro do núcleo, rodeada por uma membrana. Por vezes é classificado como suborganelo. Forma-se em volta de repetições de ADNr, ADN que codifica o ARN ribossomal (ARNr). Estas regiões são denominadas regiões organizadoras de nucléolo. O papel principal do nucléolo é o de sintetizar ARNr e de formar os ribossomas. A coesão estrutural do nucléolo depende da sua actividade, já que a formação de ribossomas resulta na associação temporária de componente nucleolares, facilitando assim mais formação de ribossomas e logo uma maior associação. Este modelo é suportado por observações de que a inactivação do ADNr resulta na mistura de componentes nucleolares.[22]
O primeiro passo na formação do ribossoma é a transcrição do ADNr, efectuado por uma proteína chamada RNA polimerase I, dando origem a um pré-ARNr precursor, de grandes dimensões. Este é clivado nas subunidades 5.8S, 18S, e 28S do ARNr.[23] A transcrição, o processamento pós-transcricional e a formação do ribossoma, ocorrem no nucléolo, auxiliado por moléculas de ARN nucleolar pequeno (snoRNA, em inglês), algumas das quais derivado de splicing de intrões de genes codificantes de ARN mensageiro, relacionados com funções ribossomais. As subunidades ribossomais já formadas são as estruturas de maior dimensão que passam pelos poros nucleares.[4]
Quando observado através do microscópio electrónico, o nucléolo pode ser visto como sendo constituído por três regiões distintas: uma região interior (centro fibrilar), rodeada pelo componente fibrilar denso, que por sua vez é rodeado pelo componente granular. A transcrição do ADNr ocorre no centro fibrilar ou na fronteira entre o centro fibrilar e o componente fibrilar denso. Quando a transcrição de ADNr é aumentada, verifica-se a detecção de mais centros fibrilares. A maior parte da clivagem e modificação do ARNr ocorre no componente fibrilar denso, enquanto que os passos mais tardios, envolvendo a assemblagem de proteínas em subunidades ribossomais, ocorre no centro granular.[23]
Outros corpos subnucleares
| Nome da estrutura | Diâmetro da estrutura |
|---|---|
| Corpos de Cajal | 0.2–2.0 µm[24] |
| PIKA | 5 µm[25] |
| Corpos PML | 0.2–1.0 µm[26] |
| Paraspeckles | 0.2–1.0 µm[27] |
| Speckles | 20–25 nm[25] |
Para além do nucléolo, o núcleo contém um número de outros corpos não-membranares. Alguns deles são os corpos de Cajal, os gémeos de corpos enovelados (gemini of coiled bodies, em inglês). Domínios PIKA, corpos PML, agregados de grânulos intercromatínicos (speckles) e paraspeckles. Apesar de pouco se saber sobre alguns destes domínios, estes são significantes pelo facto de mostrarem que o nucleoplasma não é uniforme, mas sim que contém vários subdomínios funcionais organizados.[26]
Outras estruturas subnucleares aparecerem como parte de processos de doenças. Por exemplo, foi já reportada a presença de pequenos bastões intranucleares em alguns casos de miopatia nemalínica.
Corpos de Cajal e gémeos
Um núcleo contém tipicamente entre uma a dez estruturas denominadas corpos de Cajal ou corpos enovelados, cujo diâmetro é de 0,2 µm e 2.0 µm, dependendo do tipo de célula e da espécie.[24] Quando vistos ao microscópio electrónico, assemelham-se a novelos[25] e são densos focos de distribuição para a proteína denominada coilina.[28] Estes corpos estão envolvidos em alguns papeis relacionados com o processamento do ARN, especificamente os pequenos ARN nucleolares (snoRNA), a maturação dos pequenos ARN nucleares (snRNA) e modificação do ARNm histónico.[24]
Similares aos corpos de Cajal são os gémeos de corpos enovelados, quer em forma quer em tamanho. São virtualmente indistinguíveis sob o microscópio electrónico.[28] Em oposição aos corpos de Cajal, os gémeos não possuem pequenas ribonucleoproteínas nucleares (snRNPs), mas contêm uma proteína em inglês denominada survivor of motor neurons (SMN), cuja função está relacionada com a biogénese das snRNP. Supõe-se que os gémeos assistem os corpos enovelados na biogénese das snRNP,[29] apesar de também ter sido sugerido, de evidências microscópicas, que os corpos enovelados os os gémeos de corpos enovelados são diferentes manifestações da mesma estrutura.[28]
Domínios PIKA e PTF
Os domínios PIKA (do inglês, polymorphic interphase karyosomal associations) foram primeiramente descobertos em estudos de microscopia no ano 1991. As suas funções eram e permanecem pouco claras, apesar de não terem sido associados com replicação activa de ADN, com a trasncrição e com o processamento do ARN.[30] Descobriu-se que se associavam com distintos domínios definidos por densas localizações do factor de transcrição PTF, que promove a transcrição de snRNA.[31]
Corpos PML
Os corpos PML (do inglês, promyelocytic leukaemia) são corpos esféricos que se encontram dispersos por todo o nucleoplasma, medindo entre 0,2 e 1,0 µm. Outros nomes são: domínio nuclear 10, corpos Kremer e domínios oncogénicos PML. São muitas vezes vistos no núcleo em associação a corpos de Cajal e a corpos de clivagem. Foi sugerido que desempenham um papel na regulação da transcrição.[26]
Paraspeckles
Descobertos por Fox et al. em 2002, os paraspeckles são compartimentos de forma irregular que ocorrem no espaço intercromatínico[32] Foram documentados pela primeira vez em células HeLa, onde existem em número de 10 a 30 por núcleo.[33] Também se conhece a sua ocorrência em células primárias humanas, em linhas celulares trnasformadas e em secções de tecidos.[34]
Os paraspeckles são estruturas dinâmicas que são alteradas em resposta a mudanças na actividade metabólica celular. São dependente de transcrição[32] e em ausência de transcrição por ARN Pol II estas estruturas desaparecem e todos os seus componentes proteicos associados (PSP1, p54nrb, PSP2, CFI(m)68 e PSF) formam uma estrutura em forma de crescente, em posição perinucleolar. Este fenómeno é demonstrado durante o ciclo celular. Durante o ciclo celular, os paraspeckles estão presentes durante a interfase e durante a toda a mitose, com excepção da telofase. Durante a telofase, quando os dois núcleos-filho são formados, não existe transcrição por ARN polimerase II, de tal forma que os componentes proteicos formam uma cobertura perinucleolar.[34]
Agregados granulares intercromatínicos
Os agregados granulares intercromatínicos ou speckles (speckles de clivagem) são ricos em snRNPs de clivagem e em outras proteínas necessárias para o processamento do pré-ARNm. Porque a célula tem necessidades variáveis, a composição e a localização destes corpos muda em função da transcrição do ARNm e da regulação via fosforilação de proteínas específicas.[35]
Função
A principal função do núcleo celular é a do controlo da expressão genética e a da mediação da replicação do ADN durante o ciclo celular. O núcleo providencia o local para a transcrição, que está separado do local da tradução, no citoplasma. Isto permite um nível de regulação genética que não está disponível nos procariotas.
Compartimentação celular
O envelope nuclear permite que o núcleo controle o seu conteúdo, separando-o do resto do citoplasma quando necessário. Isto é importante para o controlo dos processos de ambos os lados da membrana nuclear. Em alguns casos, onde um processo citoplasmático necessita de ser restringido, um componente chave é removido para o núcleo, onde interage com factores de transcrição que regulam a produção de certas enzimas nas vias metabólicas. Este mecanismo regulador ocorre no caso da glicólise, uma via metabólica que age para degradar a glucose para produzir energia. A hexoquinase é uma enzima responsável pelo primeiro passo da glicólise, formando glucose-6-fosfato a partir da glucose. A altas concentrações de frutose-6-fosfato, uma proteína reguladora remove a hexoquinase para o núcleo,[36] onde forma onde complexo transcricional repressor juntamente com proteínas nucleares, para reduzir a expressão de genes envolvidos na glicólise.[37]
De maneira a controlar quais genes são transcritos, a célula impede que alguns factores de transcrição, responsáveis por regular a expressão genética, de terem acesso ao ADN, até que sejam activados por outras vias de sinalização. Isto previne até mesmo níveis baixos de expressão genética inapropriada. Por exemplo, no caso de genes controlados por NF-κB, envolvidos na maioria das respostas inflamatórias, a transcrição é induzida em resposta a uma via de sinalização, como aquela que é iniciada pela molécula sinalizadora denominada TNF-α, que se liga a um receptor na membrana celular, resultando no recrutamento de proteínas sinalizadoras e eventualmente na activação do factor de transcrição NF-κB. Um sinal de localização nuclear na proteína NF-κB, permite que seja transportada através do poro nuclear até ao núcleo, onde estimula a transcrição dos genes-alvo.[5]
A compartimentação permite que a célula previna a tradução de mRNA que não sofreu splicing.[38] O mRNA eucariota contém intrões que devem ser removidos antes que ocorra a tradução e dêem origem a proteínas funcionais. O splicing é efectuado dentro do núcleo antes de o mRNA poder ser acedido por ribossomas para se dar a tradução. Sem o núcleo, os ribossomas iriam traduzir o mRNA recentemente transcrito (não processado) em proteínas com malformações e não funcionais
Expressão genética
A expressão genética envolve a transcrição, na qual o ADN é usado como modelo para a produção de ARN. No caso de genes que codificam proteínas, o ARN produzido por este processo é o ARN mensageiro, que depois necessita de ser traduzido pelos ribossomas para formação das proteínas. Como os ribossomas se localizam fora do núcleo, o ARNm produzido necessita de ser exportado.[39]
Uma vez que o núcleo é o local da transcrição, também contém uma variedade de proteínas que ou fazem a mediação directa da transcrição ou estão envolvidos em regular o processo. Estas proteínas incluem as helicases que desenrolam a dupla fita da molécula da ADN, para facilitar a acesso a ela, a ARN-polimerase que sintetiza a molécula de ARN, a topoisomerase que muda a quantidade de enrolamento no ADN, assim como uma grande variedade de factores de transcrição que regulam a expressão genética.[40]
Processamento do pré-ARNm
As moléculas recém criadas de ARNm são conhecidas como transcritos primários. Elas têm que sofrer modificação pós-transcricional no núcleo antes de serem exportadas para o citoplasma; o ARNm que aparece no núcleo sem estas modificações é degradado em vez de traduzido em proteínas. As três principais modificações são: inserção de uma capa na extremidade 5', poliadenilação na extremidade 3', e splicing de ARN. Enquanto no núcleo, o pré-ARN está associado com uma variedade de proteínas, em complexos denominados partículas de ribonucleoproteínas heterogéneas (hnRPNs). A adição da capa 5´ocorre co-transcricionalmente e é o primeiro passo na modificação pós-transcricional]]. A cauda múltipla de adenina na extermidade 3' é apenas adicionada após a transcrição estar completa.
O splicing do ARN, levado a cabo por um complexo denominado spliceossoma, é o processo pelo qual os intrões, ou regiões do ADN que não codificam proteínas, são removidas do pré-ARNm e o remanescente exão é reconectado numa molécula contínua. Este processo normalmente ocorre após a inserção da capa 5' e da poliadenilação 3', mas pode ter início antes da síntese estar completa em transcritos com muitos exões.[4] Muitos pré-ARNm, incluindo aqueles que codificam anticorpos, podem sofrer splicing de variadas formas, produzindo diferentes ARMm maduros que codificam proteínas com diferentes estruturas primárias. Este processo é conhecido com splicing alternativo e permite a produção de uma grande variedade de proteínas a partir de uma quantidade limitada de ADN.
Dinâmica e regulação
Transporte nuclear
A entrada e saída de grandes moléculas do núcleo está intimamente controlada pelos complexos de poros nucleares. Apesar de pequenas moléculas poderem entrar no núcleo sem regulação,[41] macromoléculas como o ARN e proteínas requerem associação com carioferinas denominadas importinas para entrar no núcleo e exportinas para sair. Proteínas de carga que têm que ser transferidas do citoplasma para o núcleo contêm sinais de localização nuclear ligadas pelas exportinas. A habilidade das importinas e exportinas em transportar a sua carga é regulada por GTPases, enzimas que hidrolisam a molécula de guanosina trifosfato para libertar energia. A GTPase de maior importância envolvida no transporte nuclear denomina-se Ran, que pode se ligar a GTP ou GDP, dependendo se estiver localizada no núcleo ou citoplasma. Enquanto que as importinas dependem de RanGTP para se dissociarem da sua carga, as exportinas requerem RanGTP para se poderem ligar à sua carga.[21]
A importação nuclear depende da importina se ligar à sua carga, no citoplasma, e transportá-la através do poro nuclear até ao núcleo. Dentro do núcleo, a RanGTP actua para separar a carga da importina, permitindo que esta possa sair do núcleo para ser reutilizada. A exportação nuclear é similar, sendo que a exportina liga-se à carga dentro do núcleo, num processo facilitado pela RanGTP, saindo depois através do poro nuclear, separando depois da sua carga no citoplasma.
Proteínas de exportação, especializadas, existem para efectuar a transferência de Arnm madura e ARNt para o citoplasma, após a modificação pós-transcripcional estar completa. Este mecanismo de controlo de qualidade é importante devido ao papel central destas moléculas no processo de tradução das proteínas; uma expressão errada de uma proteína devido à incompleta excisão de intrões ou a incorrecta incomporação de aminoácidos, poderão ter efeitos negativos para a célula; o ARN modificado de maneira incompleta que chega ao citoplasma é degradado em vez de ser utilizado na tradução em proteínas.[4]
Agregação e desagregação
Durante o seu ciclo de vida, o núcleo pode se desagregar, quer em resposta ao processo de divisão celular quer como consequência da apoptose, uma forma de morte celular programada. Durante estes eventos, os componentes estruturais do núcleo, o envelope e a lâmina, são sistematicamente degradados.
Durante o ciclo celular, a célula divide-se para formar duas células. Para que este processo seja possível, cada uma das células resultantes deverá possuir um conjunto completo de genes, um processo que requer a replicação dos cromossomas, assim como a segregação em conjuntos separados. Isto ocorre pelos cromossomas replicados, os cromatídeos irmãos, ligados aos microtúbulos, que por sua vez estão ligados a diferentes centrossomas. Os cromatídeos irmãos podem então ser puxados para diferentes localizações na célula. No entanto, em muitas células, o centrossoma está localizado no citoplasma, fora do núcleo, e os microtúbulos não podem ligar-se aos cromatídeos na presença de um envelope nuclear.[42] Portanto, nos passos iniciais do ciclo celular, começando na prófase até cerca da prometafase, a membrana nuclear é desmantelada.[8] Durante o mesmo período, a lâmina nuclear também é desagregada através de um processo regulado por fosforilação das laminas.[43] Para o fim do ciclo celular, a membrana nuclear é novamente agregada, e pela mesma altura a lâmina nuclear também o é, através da desfosforilação das laminas.[43]
A apoptose é um processo controlado, através do qual os componentes estruturais da célula são destruídos, resultando na morte da célula. As mudanças associadas com a apoptose afectam directamente o núcleo e o seu conteúdo, por exemplo, na condensação da cromatina e desintegração do envelope e lâmina nucleares. A destruição da rede de laminas e controlada por proteases especializadas, denominadas caspases, que fazem a clivagem das laminas, comprometendo dessa forma a integridade estrutural do núcleo. A clivagem das laminas é por vezes usada como um indicador laboratorial da actividade de caspases, em ensaios de actividade precoce de apoptose.[8] Células que expressam laminas resistentes a caspases são deficientes nas mudanças nucleares relacionadas com a apoptose, sugerindo que as laminas desempenham um papel essencial no início dos eventos que levam à degradação do núcleo por apoptose.[8] A própria inibição da agregação das laminas é um indutor da apoptose.[44]
O envelope nuclear age como uma barreira que previne que vírus de ADN e ARN entrem no núcleo. Alguns vírus requerem acesso a proteínas que existem dentro do núcleo de maneira a poderem-se replicar ou agregarem os seus componentes. Os vírus de ADN, como o herpes-vírus, replicam e agregam-se no núcleo celular, saindo depois por evaginação através da membrana nuclear interna. Este processo é acompanhado pela desagregação da lâmina da face nuclear da membrana interna.[8]
Células anucleadas e polinucleadas
Apesar de a maioria das células possuir um único núcleo, alguns tipos de células não possuem núcleo e outros possuem vários núcleos. Isto pode ser derivado de processos normais, como o da maturação dos eritrócito de mamíferos, ou ser resultado de divisões celulares mal sucedidas.
As células anucleadas não possuem núcleo e portanto são incapazes de se dividirem para produção de descendência celular. O tipo de célula anucleada mais conhecida é o eritrócito de mamíferos, que também carece de outros organelos como a mitocôndria e serve principalmente para o transporte de oxigénio dos pulmões para os tecidos celulares. Os eritrócitos sofrem maturação através do processo denominado eritropoiese, que se dá na medula óssea e onde perdem o núcleo, organelos e ribossomas. O núcleo é expelido durante o processo de diferenciação de um eritroblasto em um reticulócito, o precursor imediato dos eritrócitos maduros.[45] A presença de um agente mutagénicos poderá induzir a libertação de alguns eritrócitos "micronucleados" imaturos.[46][47] Células anucleadas também podem surgir de divisões celulares mal processadas, em que uma das células-filhas não possui núcleo e a outra fica binucleada.
As células polinucleadas possuem múltiplos núcleos. A maioria das espécies de protozoário da classe Acantharea[48] e alguns fungos em micorrizas[49] possuem células polinucleadas. Em humanos, as células do músculo esquelético, denominadas miócitos, tornam-se multinucleadas durante o seu desenvolvimento; o arranjo de núcleos resultante, perto da periferia das células, permite um máximo de espaço intracelular para as miofibrilhas.[4] Células multinucleadas também podem ser anormais em humanos; por exemplo, células que derivam da fusão de monócitos e macrófagos, conhecidas como células gigantes multinucleadas, por vezes acompanham reacções de inflamação[50] e também estão envolvidas na formação de tumores.[51]
Evolução
Sendo a principal característica que define uma célula eucariótica, a origem evolutiva do núcleo tem sido alvo de muitas especulações. Quatro grandes teorias foram propostas para explicar a existência do núcleo, apesar de nenhuma ter até agora um apoio alargado.[52]
A teoria conhecida como modelo sintrófico propõe que uma relação simbiótica entre as Archaea e as Bacteria terá criado a célula eucariótica portadora de núcleo. Formula-se que a simbiose se originou quando Archaea primitivas, similares às actuais Archaea metanogénicas, invadiram e passaram a viver dentro de bactérias similares às actuais mixobactérias, eventualmente formando um núcleo primordial. Esta teoria é análoga à teoria aceite sobre a origem da mitocôndria eucariótica e do cloroplasto, que se pensa terem se desenvolvido a partir de uma similar relação endossimbiótica entre um proto-eucariotas e bactérias aeróbias.[53] A origem do núcleo entre as Archaea é suportado por observações de que este grupo e os eucariotas possuem genes similares para determinadas proteínas, incluindo as histonas. As observação que mostram as mixobactérias como organismos móveis, que podem formar complexos multicelulares e que possuem quinases e proteínas G similares aos Eukarya, suportam uma origem bacteriana da célula eucariótica.[54]
Um segundo modelo propõe que células proto-eucarióticas evoluíram a partir de bactérias, sem estágios endossimbióticos. Este modelo é baseado na existência das bactérias do filo Planctomycetes, que possuem uma estrutura nuclear com poros primitivos e outras estruturas membranares compartimentadas.[55] Um modelo similar propões que uma célula semelhante à eucariótica, o cronócito, evoluiu primeiramente, tendo depois fagocitado membros das Archaea e Bacteria, gerando assim o núcleo e a célula eucariótica. [56]
O modelo mais controverso, conhecido como eucariogénese viral, propõe que o núcleo composto de membranas, assim como outras estruturas eucarióticas, originaram-se a partir da infecção de um vírus. A sugestão é suportada por similaridades entre eucariotas e vírus: fitas lineares de ADN e ligação forte a proteínas (analogia entre histonas e envelope viral). Uma versão da proposta sugere que o núcleo evoluiu ao mesmo tempo em que a fagocitose, formando um predador celular primitivo.[57] Outra variante propõe que os eucariotas são originários de Archaea primitivos, infectados com poxvirus, baseada nas semelhanças entre a polimerase de ADN de modernos poxvirus e eucariotas.[58][59] Tem sido sugerido que a questão ainda não resolvida da evolução do sexo possa estar ligada à hipótese da eucariogénese viral.[60]
Finalmente, uma proposta recente sugere que variantes tradicionais da teoria da endossimbiose são insuficientemente robustas para explicar a origem do núcleo eucariótico. Este modelo, denominado "hipótese exomembranar", sugere que o núcleo se originou de uma única célula ancestral que formou uma segunda membrana celular externa; a membrana interior que envolvia a célula original tornar-se-ia na membrana nuclear, formando poros mais complexos ao longo do tempo, permitindo a passagem de componentes celulares sintetizados internamente como as subunidades ribossomais.
